Criada como príncipe sem princípios
Mimada criança com complexo de Ares
Maquinocrata maniqueísta maquiavélico
Cleptomaníaco rei dos sete mares
O mundo não é seu tabuleiro
As flores do vizinho não são do seu quintal
Seus aviões não são de brinquedo
Seus desejos e palavras tem poder letal
Pare de achar que tudo é um jogo
Que seus soldadinhos de plástico são
Para de roubar doces e dizer que foi um ogro
O Leão de Fajullah nunca será de estimação
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sexta-feira, 18 de maio de 2007
sábado, 5 de maio de 2007
Por Trás da Máscara

Sentimentos cobertos pela hipocrisia
Uma lágrima perdida na chuva
Um anjo com suas asas presas
Pelas correntes dos dogmas
Silenciosos gritos contra a sociedade
Tentando matar a dor
Pensamos ser diferentes
Mas nossa essência é igual
Escondendo o amor
Debaixo das cicatrizes de um coração amargurado
Somos prisioneiros de nós mesmos
Trancados em milhões de máscaras
Escondendo as lágrimas
Por trás do orgulho de ser alguém que não somos
Somos garrafas cheias de mentiras
Trincando a verdade
Quebrando a liberdade
O passado parece longínquo
Mas o vivemos todos os dias
O futuro segue as pegadas
Dos mesmos erros antigos
Sonhamos que nossos sonhos serão realizados
Mas temos medo de mudar a nós mesmos
Sempre vivendo o dia de ontem amanhã
Quem tem olhos em terra de cego
Prefere andar de olhos vendados?
Quando a esperança morre
A liberdade vira prisioneira?
Por trás das máscaras
Você sabe quem você é?
Debaixo da hipocrisia
Você sabe o que quer?
Uma lágrima perdida na chuva
Um anjo com suas asas presas
Pelas correntes dos dogmas
Silenciosos gritos contra a sociedade
Tentando matar a dor
Pensamos ser diferentes
Mas nossa essência é igual
Escondendo o amor
Debaixo das cicatrizes de um coração amargurado
Somos prisioneiros de nós mesmos
Trancados em milhões de máscaras
Escondendo as lágrimas
Por trás do orgulho de ser alguém que não somos
Somos garrafas cheias de mentiras
Trincando a verdade
Quebrando a liberdade
O passado parece longínquo
Mas o vivemos todos os dias
O futuro segue as pegadas
Dos mesmos erros antigos
Sonhamos que nossos sonhos serão realizados
Mas temos medo de mudar a nós mesmos
Sempre vivendo o dia de ontem amanhã
Quem tem olhos em terra de cego
Prefere andar de olhos vendados?
Quando a esperança morre
A liberdade vira prisioneira?
Por trás das máscaras
Você sabe quem você é?
Debaixo da hipocrisia
Você sabe o que quer?
quinta-feira, 3 de maio de 2007
Gloriosa
Trancafiada em seu sanatório
Uma única perturbada
Suas múltiplas quimeras
Perpetuamente presas em si
Envenenam a mãe Gaia
A escritora cega
Suas gananciosas mãos
Escrevem errado em tortas linhas
A pobre esquizofrênica que conversa sozinha
Relata incessantemente as lembranças
Em sua falha memória perdidas
A psicopata menina
Sua pútrida imaginação
Inventa contos em seu livro da morte
Abstrai a verdade e diviniza mentiras
Em seu livro eternamente inacabado
Páginas repetidas
Escritas com a tinta escarlate da veia dos inocentes
Uma única perturbada
Suas múltiplas quimeras
Perpetuamente presas em si
Envenenam a mãe Gaia
A escritora cega
Suas gananciosas mãos
Escrevem errado em tortas linhas
A pobre esquizofrênica que conversa sozinha
Relata incessantemente as lembranças
Em sua falha memória perdidas
A psicopata menina
Sua pútrida imaginação
Inventa contos em seu livro da morte
Abstrai a verdade e diviniza mentiras
Em seu livro eternamente inacabado
Páginas repetidas
Escritas com a tinta escarlate da veia dos inocentes
Buraco

Os cegos estão a jogar baralho
Inventaram um jogo absurdo para quem vê
Tão absurdo que alguns preferem vendar os olhos e comprar cartas
Facilidades foram criadas
Comodidades foram construídas
Soluções foram feitas
Para resolver problemas que não existiam antes de sua invenção
Reis e rainhas de ouros
Engaiolados em seus castelos de cartas
Em suas canastras blindadas de luxo
Crianças de espadas
Indeterminadamente de castigo
Elas soltaram a mão da infância
Antes de atravessarem a rua correndo
Políticos cara de paus no topo do baralho
Trocam cartas debaixo da mesa
Usam todos seus coringas para ganhar a partida
Mendigos de copas
Que esperam sair do buraco
Sabendo que no final voltarão
Para a mesma caixa que todas as outras cartas
Pessoas apostam a vida jogando paciência
Sabendo que a esperança é a última carta do baralho
Mas que o jogo acaba antes mesmo de começar
foto retirada de algum site aí que não me lembro...
Inventaram um jogo absurdo para quem vê
Tão absurdo que alguns preferem vendar os olhos e comprar cartas
Facilidades foram criadas
Comodidades foram construídas
Soluções foram feitas
Para resolver problemas que não existiam antes de sua invenção
Reis e rainhas de ouros
Engaiolados em seus castelos de cartas
Em suas canastras blindadas de luxo
Crianças de espadas
Indeterminadamente de castigo
Elas soltaram a mão da infância
Antes de atravessarem a rua correndo
Políticos cara de paus no topo do baralho
Trocam cartas debaixo da mesa
Usam todos seus coringas para ganhar a partida
Mendigos de copas
Que esperam sair do buraco
Sabendo que no final voltarão
Para a mesma caixa que todas as outras cartas
Pessoas apostam a vida jogando paciência
Sabendo que a esperança é a última carta do baralho
Mas que o jogo acaba antes mesmo de começar
foto retirada de algum site aí que não me lembro...
Software Livre Wannabe

sentimentos industrializados
sabor artificial de tutti-frutti diet
sorrisos coloridos artificialmente
relacionamentos com gordura-trans
casamentos com prazo de validade
sexo em eterna promoção
prazer em mil prestações
só comece a pagar depois do carnaval
todas as palavras são recicláveis
todas as palavras são desperdiçadas
vendem-se palavras que poluem
onde enterro todo esse lixo nuclear?
em mentes baldias e estéreis
em mentes que mentem em enganosas propagandas
em mentes que fazem backup do passado
em mentes sem anti-virus nem firewall
suas digitais são seu serial number
seus conceitos estão desatualizados
suas idéias são pirateadas
só o seu pecado é original
mundo virtuoso de sexo e amigos virtuais
minhas virtudes saíram de moda
ser kitsch é ser xique
ser burro é ser pop
ser bunda é ser vip
caro bug habitante desta versão beta
formate sua mente e acredite em tudo
compre livros de auto-ajuda
limpe sua bunda com este poema
sabor artificial de tutti-frutti diet
sorrisos coloridos artificialmente
relacionamentos com gordura-trans
casamentos com prazo de validade
sexo em eterna promoção
prazer em mil prestações
só comece a pagar depois do carnaval
todas as palavras são recicláveis
todas as palavras são desperdiçadas
vendem-se palavras que poluem
onde enterro todo esse lixo nuclear?
em mentes baldias e estéreis
em mentes que mentem em enganosas propagandas
em mentes que fazem backup do passado
em mentes sem anti-virus nem firewall
suas digitais são seu serial number
seus conceitos estão desatualizados
suas idéias são pirateadas
só o seu pecado é original
mundo virtuoso de sexo e amigos virtuais
minhas virtudes saíram de moda
ser kitsch é ser xique
ser burro é ser pop
ser bunda é ser vip
caro bug habitante desta versão beta
formate sua mente e acredite em tudo
compre livros de auto-ajuda
limpe sua bunda com este poema
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